São precisos mais 3 pences por cidadão.
Bolsa atribuída é a mesma há 20 anos.
Até a Monarquia já é atingida pela crise. Desta vez, é a Rainha da Inglaterra pode vir a ficar sem dinheiro dos fundos em 2012, a não ser que o Governo aumente a "bolsa" atribuída à família real. É que esta está congelada há cerca 20 anos.
Os custos totais para manter a monarquia subiram 1,5 milhões de libras (1,76 milhões de euros) para os 41,5 milhões (48,7 milhões) durante o último ano, ou seja, mais 3 pences para um total de 69 pences por cada cidadão.
As contas mais recentes apontam que a Rainha retirou do fundo de reserva 6 milhões de libras, o montante mais elevado de sempre.
Esta reserva, que foi de 35 milhões de libras, diminuiu agora para 14 milhões e o Buckingham Palace estima que tenha já desaparecido no final de 2011.
Neste ritmo, um porta-voz oficial da monarquia, confirmou que a Rainha não terá mais dinheiro dentro de dois anos.
terça-feira, 30 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Princesa Teresa de Orleans e Bragança: Irmã da Mãe de S.A.R. o Duque de Bragança faz hoje 90 anos!
Faz hoje 90 anos a Princesa Teresa de Orleans e Bragança, irmã de S.A.R. a Senhora Dona Maria Francisca de Orleans de Bragança - Mãe de S.A.R., O Senhor Dom Duarte Duque de Bragança.
A Real Associação de Beja, no presente dia do seu amiversário, deseja as maiores felicidades a S.A.I.R, a Princesa Teresa de Orleans e Bragança.
A Real Associação de Beja, no presente dia do seu amiversário, deseja as maiores felicidades a S.A.I.R, a Princesa Teresa de Orleans e Bragança.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Não há decoro?
Por Dom Vasco Teles da Gama
in Diário Digital
Em plena crise financeira internacional, conjugada em Portugal com o total descrédito quer das instituições políticas, quer judiciais, não há semana em que uma qualquer “corporação” se não manifeste junto ao Parlamento, com o consequente entupimento de toda a cidade de Lisboa por largas horas, dificultando assim a vida aos que, já sem nada esperarem do Estado, se limitam a tentar sobreviver.
Também não há semana em que Procuradores, Bastonários e Juízes não apareçam pelos vários órgãos de comunicação social a perorar de sua justiça, em lugar de a aplicarem no local próprio, por forma a merecerem o indispensável respeito que em qualquer país civilizado a Justiça precisa de ter, para um regular funcionamento do Estado de direito.
Mas eis que, no meio da desvergonha generalizada, surge o anúncio de uma coligação para a Câmara de Lisboa, provavelmente com o intuito abstruso de reeditar a A.D. dos tempos do PREC, que inclui um “cadáver” político, utilizado por um aventureiro sem escrúpulos a soldo de inconfessáveis interesses, que dá pelo falso nome de P.P.M..
E digo falso porque, depois dos tempos em que algumas figuras monárquicas de inegável prestígio, discordantes do rumo a que o Estado Novo conduzira o País o criaram para ocuparem um espaço político no pós 25 de Abril, foi esse partido, com o nome de Monárquico, tomado de assalto por gente que, imaginando-se com direitos a um hipotético trono, melhor estariam internados junto dos que se julgam Napoleões, do que na política activa.
Mas mais grave do que a existência destes doentes sem tratamento, é a irresponsabilidade dos dois partidos que com eles se coligaram, embora conhecedores de que tal partido não representa monárquicos eleitores em Lisboa.
Pelo insulto que tal coligação representa, apelo aos monárquicos para que o façam sentir nas urnas, já que o decoro parece que não abunda.
in Diário Digital
Em plena crise financeira internacional, conjugada em Portugal com o total descrédito quer das instituições políticas, quer judiciais, não há semana em que uma qualquer “corporação” se não manifeste junto ao Parlamento, com o consequente entupimento de toda a cidade de Lisboa por largas horas, dificultando assim a vida aos que, já sem nada esperarem do Estado, se limitam a tentar sobreviver.
Também não há semana em que Procuradores, Bastonários e Juízes não apareçam pelos vários órgãos de comunicação social a perorar de sua justiça, em lugar de a aplicarem no local próprio, por forma a merecerem o indispensável respeito que em qualquer país civilizado a Justiça precisa de ter, para um regular funcionamento do Estado de direito.
Mas eis que, no meio da desvergonha generalizada, surge o anúncio de uma coligação para a Câmara de Lisboa, provavelmente com o intuito abstruso de reeditar a A.D. dos tempos do PREC, que inclui um “cadáver” político, utilizado por um aventureiro sem escrúpulos a soldo de inconfessáveis interesses, que dá pelo falso nome de P.P.M..
E digo falso porque, depois dos tempos em que algumas figuras monárquicas de inegável prestígio, discordantes do rumo a que o Estado Novo conduzira o País o criaram para ocuparem um espaço político no pós 25 de Abril, foi esse partido, com o nome de Monárquico, tomado de assalto por gente que, imaginando-se com direitos a um hipotético trono, melhor estariam internados junto dos que se julgam Napoleões, do que na política activa.
Mas mais grave do que a existência destes doentes sem tratamento, é a irresponsabilidade dos dois partidos que com eles se coligaram, embora conhecedores de que tal partido não representa monárquicos eleitores em Lisboa.
Pelo insulto que tal coligação representa, apelo aos monárquicos para que o façam sentir nas urnas, já que o decoro parece que não abunda.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Batalha dos Atoleiros cumpre 625 anos
As comemorações dos 625 anos da Batalha dos Atoleiros, em Fronteira (distrito de Portalegre), vão este ano ficar marcadas pelo início das obras de construção de um Centro de Interpretação, num investimento de 2,4 milhões de euros.
O lançamento da primeira pedra deste equipamento, que irá surgir na avenida Heróis dos Atoleiros, situada no centro da vila de Fronteira, decorre na segunda-feira, dia em que se assinalam os 625 anos da batalha. O Centro apresenta-se como um projecto destinado a mostrar aos visitantes uma reconstituição daquela batalha histórica, através de meios multimédia.
A Batalha dos Atoleiros ocorreu a 6 de Abril de 1384, no sítio pantanoso de Atoleiros, entre Fronteira e Sousel.
Nessa batalha, Nuno Álvares Pereira venceu a cavalaria castelhana, apesar desta ser em maior número, utilizando pela primeira vez a táctica do quadrado.
Da parte portuguesa não se registaram mortos, nem feridos, ao contrário dos invasores que sofreram pesadas baixas.
O lançamento da primeira pedra deste equipamento, que irá surgir na avenida Heróis dos Atoleiros, situada no centro da vila de Fronteira, decorre na segunda-feira, dia em que se assinalam os 625 anos da batalha. O Centro apresenta-se como um projecto destinado a mostrar aos visitantes uma reconstituição daquela batalha histórica, através de meios multimédia.
A Batalha dos Atoleiros ocorreu a 6 de Abril de 1384, no sítio pantanoso de Atoleiros, entre Fronteira e Sousel.
Nessa batalha, Nuno Álvares Pereira venceu a cavalaria castelhana, apesar desta ser em maior número, utilizando pela primeira vez a táctica do quadrado.
Da parte portuguesa não se registaram mortos, nem feridos, ao contrário dos invasores que sofreram pesadas baixas.
terça-feira, 31 de março de 2009
Real de Beja na OVIBEJA/09
A Real Associação de Beja estará novamente presente na OVIBEJA.
Como vem sendo habitual além do Stand em que divulgaremos o ideal monárquico e organizaremos um conjunto de iniciativas abertas a associados e a todos em geral.
S.A.R. O Senhor D. Duarte de Bragança far-se-á representar pelo Senhor D. Nuno de Bragança Van Uden.
Programa para o dia 1 de Maio de 2009
12H30m – Encontro na OVIBEJA (entrada)
13H00m – Almoço com entidades, associados e simpatizantes.
14H30m – Apresentação do Livro “O Português que Descobriu a América” de Pedro Laranjeira (Auditório OVIBEJA)
15H00m – Conferência “Cristóvão Colon, um nobre Alentejano” (Auditório OVIBEJA)
Conferencistas:
– Manuel da Silva Rosa
– Carlos Calado
– Coronel Brandão Ferreira
– Abel Cardoso
– Paulo Loução
– Pedro Laranjeira
17H30m – Stand da Real Associação de Beja
– Grupo Coral de S. Luís de Faro do Alentejo
– Tuna Académica de Beja
Apareça!
Como vem sendo habitual além do Stand em que divulgaremos o ideal monárquico e organizaremos um conjunto de iniciativas abertas a associados e a todos em geral.
S.A.R. O Senhor D. Duarte de Bragança far-se-á representar pelo Senhor D. Nuno de Bragança Van Uden.
Programa para o dia 1 de Maio de 2009
12H30m – Encontro na OVIBEJA (entrada)
13H00m – Almoço com entidades, associados e simpatizantes.
14H30m – Apresentação do Livro “O Português que Descobriu a América” de Pedro Laranjeira (Auditório OVIBEJA)
15H00m – Conferência “Cristóvão Colon, um nobre Alentejano” (Auditório OVIBEJA)
Conferencistas:
– Manuel da Silva Rosa
– Carlos Calado
– Coronel Brandão Ferreira
– Abel Cardoso
– Paulo Loução
– Pedro Laranjeira
17H30m – Stand da Real Associação de Beja
– Grupo Coral de S. Luís de Faro do Alentejo
– Tuna Académica de Beja
Apareça!
sexta-feira, 27 de março de 2009
Gordon Brown quer mudar regras de sucessão ao trono de Inglaterra
O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, está a negociar actualmente com o palácio de Buckingham o fim da lei que proíbe que um membro da família real casado com uma pessoa católica suba ao trono da Inglaterra.
O Governo Brown também quer acabar com a regra actual que dá ao homem prioridade sobre a mulher na sucessão ao trono, avança hoje o jornal The Daily Telegraph.
Se a nova lei, ainda em estudo, tivesse carácter retroactivo, a princesa Anne estaria antes do príncipe André na linha de sucessão, ficando em quarto lugar, atrás de Carlos e dos seus dois filhos, William e Harry.
Segundo o diário, o primeiro-ministro é a favor de reformar nesse sentido as leis de sucessão e o palácio de Buckingham parece ser flexível a esse respeito.
Não haverá, no entanto, mudanças no protocolo actual, que diz que o monarca deve ser de religião protestante.
Alterar este último requisito modificaria o estatuto de religião oficial da Igreja Anglicana, da qual o monarca é também governador supremo.
Para efectivar as mudanças, o Governo precisa do consentimento dos 53 países que formam a Commonwealth, algo que Brown tratará com os respectivos dirigentes numa reunião em Novembro.
Durante o reinado de Isabel II, dois membros da família real britânica, o príncipe Michael de Kent e o conde de St. Andrews, tiveram que renunciar aos seus direitos depois de se casarem com católicas.
Segundo o The Daily Telegraph, o plano de reforma de Brown é uma tentativa de preparar o caminho para uma visita do papa Bento XVI.
Acredita-se que Brown também esteja a estudar a possibilidade de levar à Câmara dos Lordes o actual primaz dos católicos ingleses, o cardeal Murphy-O'Connor.
O Governo Brown também quer acabar com a regra actual que dá ao homem prioridade sobre a mulher na sucessão ao trono, avança hoje o jornal The Daily Telegraph.
Se a nova lei, ainda em estudo, tivesse carácter retroactivo, a princesa Anne estaria antes do príncipe André na linha de sucessão, ficando em quarto lugar, atrás de Carlos e dos seus dois filhos, William e Harry.
Segundo o diário, o primeiro-ministro é a favor de reformar nesse sentido as leis de sucessão e o palácio de Buckingham parece ser flexível a esse respeito.
Não haverá, no entanto, mudanças no protocolo actual, que diz que o monarca deve ser de religião protestante.
Alterar este último requisito modificaria o estatuto de religião oficial da Igreja Anglicana, da qual o monarca é também governador supremo.
Para efectivar as mudanças, o Governo precisa do consentimento dos 53 países que formam a Commonwealth, algo que Brown tratará com os respectivos dirigentes numa reunião em Novembro.
Durante o reinado de Isabel II, dois membros da família real britânica, o príncipe Michael de Kent e o conde de St. Andrews, tiveram que renunciar aos seus direitos depois de se casarem com católicas.
Segundo o The Daily Telegraph, o plano de reforma de Brown é uma tentativa de preparar o caminho para uma visita do papa Bento XVI.
Acredita-se que Brown também esteja a estudar a possibilidade de levar à Câmara dos Lordes o actual primaz dos católicos ingleses, o cardeal Murphy-O'Connor.
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