Crianças recebem uma carta da Rainha de Inglaterra..
“Lá se vai a teoria de que os realistas estão a definhar em deterimento de um futuro que pertence a uma vaga e brilhante republica” (artigo publicado no The Monarchist questiona o impacto do ideário republicano, na Austrália, nas camadas mais jovens).
Em Portugal a indiferença dos mais jovens pelo regime e o que ele representa (ou deveria representar) é brutalmente contrastante com a realidade noutros paises (todos eles mais desenvolvidos) europeus que permaneceram ou retornaram à monarquia. De facto Portugal é a par com a Grécia um dos paises onde os jovens mais gostam da História… com a correcta adenda de que falamos da História de Portugal até ao inicio do sec XX, pois daí para a frente a amnésia é total e preocupante para um País europeu no sec XXI. Podemos contar pelos dedos da mão o número de jovens que sabe o nome do 1º Presidente da Republica e compará-lo com a quantidade de jovens que sabe quem foi D. Carlos. Talvez não seja o caso de falha curricular mas antes uma clara percepção da qualidade intrínseca ás duas figuras.
O que não é relevante cai nos anais do esquecimento.
The Magic of Monarchy
So much for the theory that monarchists are dying off at an accelerating pace and the future belongs to some vague shiny republic. The fact of the matter is monarchists are born every minute, it is the futile task of every republican to indoctrinate them into some corrective educational program before they become the future. Judging from this photo, they might want to hurry!
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
O príncipe que enganou Franco
Em 1969, a guerra civil de Espanha já tinha terminado há mais de três décadas. Francisco Franco, que liderou as forças nacionalistas até à vitória nessa sangrenta contenda, era o líder supremo e indisputado do país. Restava a dúvida, contudo, sobre o que se passaria depois da sua morte.
Há que lembrar, para se compreender bem a situação, que as forças nacionalistas que venceram a guerra não eram uniformes. Ao lado dos elementos do exército regular, combateram milhares de falangistas, seguidores de uma ideologia muito semelhante ao fascismo italiano e que incluía uma significativa corrente republicana de direita.
Lutaram também voluntários católicos que, simplesmente, não se reviam no regime que levou a cabo a maior perseguição à Igreja Católica de história de Espanha; monárquicos constitucionalistas, defensores do regime que imperou até à abdicação de Afonso XIII, e os lendários requetés, monárquicos tradicionalistas defensores da dinastia carlista.
Franco acabou por tomar uma decisão peculiar. Restaurar a dinastia de Afonso XIII, sim, mas não na pessoa do então herdeiro Juan, conde de Barcelona. O professor e historiador Mendo Castro Henriques, explica que “existiu um acordo tácito entre o conde de Barcelona e Francisco Franco de que seria instaurada a chefia de Estado real, mas com um rosto novo”, uma vez que Franco não confiava em Juan de Bourbon para manter o seu regime autoritário.
Por isso, quando no dia 22 de Julho de há 40 anos Franco tornou pública a decisão de que o jovem príncipe Juan Carlos lhe sucederia no poder, não foi grande a surpresa.
"A decisão era esperada, mas não se sabia a identidade que Juan Carlos criaria. Juan Carlos viveu até aos dez anos em Portugal com seus pais, de quem recebeu os princípios da monarquia parlamentar. Depois, foi para Espanha, a fim de ser educado como herdeiro do trono e comandante das forças armadas. Durante os anos do fim do franquismo, foi visto como um ‘bom aluno’ de Franco. Mas o próprio generalíssimo galego foi enganado. Juan Carlos construiu a sua identidade e rede de contactos que lhe permitiram liderar a transição democrática”, explica o professor da Universidade Católica e do Instituto de Democracia Portuguesa.
Esta identidade de Juan Carlos revela-se, já Rei, quando põe fim ao levantamento militar que protestava contra a democratização do país. Aí, torna-se definitivamente Rei, não só dos monárquicos, mas de todos os espanhóis, passando a contar com a fidelidade até do partido comunista.
O seu pai, o Conde de Barcelona, morreu em 1993, 28 anos depois de Franco, o homem que o impediu de ser Rei, mas que não pode impedir que a sua visão para Espanha se concretizasse.
Há que lembrar, para se compreender bem a situação, que as forças nacionalistas que venceram a guerra não eram uniformes. Ao lado dos elementos do exército regular, combateram milhares de falangistas, seguidores de uma ideologia muito semelhante ao fascismo italiano e que incluía uma significativa corrente republicana de direita.
Lutaram também voluntários católicos que, simplesmente, não se reviam no regime que levou a cabo a maior perseguição à Igreja Católica de história de Espanha; monárquicos constitucionalistas, defensores do regime que imperou até à abdicação de Afonso XIII, e os lendários requetés, monárquicos tradicionalistas defensores da dinastia carlista.
Franco acabou por tomar uma decisão peculiar. Restaurar a dinastia de Afonso XIII, sim, mas não na pessoa do então herdeiro Juan, conde de Barcelona. O professor e historiador Mendo Castro Henriques, explica que “existiu um acordo tácito entre o conde de Barcelona e Francisco Franco de que seria instaurada a chefia de Estado real, mas com um rosto novo”, uma vez que Franco não confiava em Juan de Bourbon para manter o seu regime autoritário.
Por isso, quando no dia 22 de Julho de há 40 anos Franco tornou pública a decisão de que o jovem príncipe Juan Carlos lhe sucederia no poder, não foi grande a surpresa.
"A decisão era esperada, mas não se sabia a identidade que Juan Carlos criaria. Juan Carlos viveu até aos dez anos em Portugal com seus pais, de quem recebeu os princípios da monarquia parlamentar. Depois, foi para Espanha, a fim de ser educado como herdeiro do trono e comandante das forças armadas. Durante os anos do fim do franquismo, foi visto como um ‘bom aluno’ de Franco. Mas o próprio generalíssimo galego foi enganado. Juan Carlos construiu a sua identidade e rede de contactos que lhe permitiram liderar a transição democrática”, explica o professor da Universidade Católica e do Instituto de Democracia Portuguesa.
Esta identidade de Juan Carlos revela-se, já Rei, quando põe fim ao levantamento militar que protestava contra a democratização do país. Aí, torna-se definitivamente Rei, não só dos monárquicos, mas de todos os espanhóis, passando a contar com a fidelidade até do partido comunista.
O seu pai, o Conde de Barcelona, morreu em 1993, 28 anos depois de Franco, o homem que o impediu de ser Rei, mas que não pode impedir que a sua visão para Espanha se concretizasse.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O que é que a república vai comemorar?
Por João Mattos e Silva
Aproxima-se o início das comemorações oficiais do centenário da república. A Comissão nomeada pelo actual presidente, Prof. Cavaco Silva, composta de “republicanos moderados”, onde até há uma conhecida personalidade ligada à Igreja, para evitar desmandos jacobinos e uma historiadora da arte, certamente para historiar a “arte” com que os republicanos assaltaram o poder legítimo, lançou há poucos dias um Portal que além de nos dar a conhecer a Comissão de Honra e a Comissão Consultiva, onde ombreiam o Grão – Mestre do GOL e um prelado católico, a par de outros republicanos irrelevantes, pouco mais diz. Porque pouco mais tem a dizer.
Aproxima-se o início das comemorações da implantação da república e eu ainda não percebi muito bem o que se quer comemorar. A revolução lisboeta que impôs a república pelo telégrafo ao resto do país, amolecido pela demagogia e indiferente perante o descalabro a que os partidos da Monarquia tinham reduzido a política? A I República das constantes revoluções, dos assassinatos dos seus heróis revolucionários e de um Presidente da República, da perseguição à Igreja Católica, dos presos políticos, da polícia política chamada pelos próprios republicanos “formiga branca”, da negação do voto das mulheres, da bancarrota, da participação na guerra europeia para, com milhares de mortos, consolidar o regime aos olhos internacionais? As ditaduras, do Partido Democrático de Afonso Costa, de Sidónio Pais, dos militares que, em 28 de Maio, saíram vitoriosos de uma “Revolução Nacional”, porque o povo estava farto da “balbúrdia sanguinolenta” que era a república? Da II República autoritária, da direita mais conservadora, que se afirmou pela memória assustadora da caótica primeira e da conseguida recuperação financeira do novo regime, pelo apoio pretoriano das Forças Armadas, pela polícia política, pela censura, pela repressão? A III República nascida de mais uma revolução contra a segunda, feita pelas Forças Armadas, e que só não conduziu a outra ditadura, agora da esquerda conservadora comunista, porque alguns políticos e alguns militares mais esclarecidos se lhes opuseram, criou um sistema democrático mas o condicionou à construção do socialismo, mesmo contra a vontade do povo não socialista, impôs o “sistema republicano de governo”, mesmo se o povo o não quiser, gerou uma partidocracia que domina o regime e manieta a liberdade democrática, apregoa a “ética republicana” mas pouco faz para impedir a falta de ética na actuação dos poderes do Estado e, nomeadamente, a corrupção e o nepotismo, nos empurra para a cauda da Europa em quase tudo, compromete o futuro e faz doloroso o presente para uma enormíssima parte da população, sem esperança e sem fé?
Seria demagogo, também eu, se não dissesse que muitas acções do regime republicano foram positivas em cem anos de vida. Mas o saldo, apesar disso, é negativo. E cada vez mais nos vamos dando conta desse facto, comparando-nos com as Monarquias europeias que foram evoluindo naturalmente sem roturas revolucionárias, a anos de luz de nós política, económica, social e culturalmente, e nomeadamente com a evolução da Monarquia espanhola, nascida depois da “revolução dos cravos”, que acedeu à democracia quase ao mesmo tempo e nos leva, em todos os aspectos, uma enorme dianteira.
Para além dos discursos laudatórios e encobridores da verdade histórica, das exposições que procurarão mostrar as “misérias” da Monarquia e o altíssimo “progresso” da República, do envenenamento dos nossos filhos nas escolas públicas com a distorção da História servida em concursos, palestras e outras actividades mais ou menos pedagógicas, mais ou menos lúdicas, de obras que já se deveriam ter feito, mas cuja desculpa para não as fazer é que não havia dinheiro, que agora jorra a rodos dos cofres de um Estado em crise financeira e económica, com milhares de desempregados e pessoas a viver abaixo do limite da dignidade humana e que, mesmo assim, estarão prontas ou não a tempo porque os portugueses e os lisboetas em particular não se deixam ludibriar com facilidade, para além desta parafernália de louvores estéreis e, nalguns casos, histéricos, o que fica? Nada. Porque o regime republicano está em estertor e um dia virá, talvez não muito longínquo, em que os portugueses - começando pelos críticos ilustres tão apreciados e divulgados que fazem diagnósticos acertados mas não atinam com a doença e muito menos com o remédio adequado - abrirão os olhos e mandarão para o caixote da História este regime e estas comemorações faraónicas, feitas com muitos milhões de euros que saem dos nossos bolsos.
[Com a devida vénia ao diariodigital.pt]
Aproxima-se o início das comemorações oficiais do centenário da república. A Comissão nomeada pelo actual presidente, Prof. Cavaco Silva, composta de “republicanos moderados”, onde até há uma conhecida personalidade ligada à Igreja, para evitar desmandos jacobinos e uma historiadora da arte, certamente para historiar a “arte” com que os republicanos assaltaram o poder legítimo, lançou há poucos dias um Portal que além de nos dar a conhecer a Comissão de Honra e a Comissão Consultiva, onde ombreiam o Grão – Mestre do GOL e um prelado católico, a par de outros republicanos irrelevantes, pouco mais diz. Porque pouco mais tem a dizer.
Aproxima-se o início das comemorações da implantação da república e eu ainda não percebi muito bem o que se quer comemorar. A revolução lisboeta que impôs a república pelo telégrafo ao resto do país, amolecido pela demagogia e indiferente perante o descalabro a que os partidos da Monarquia tinham reduzido a política? A I República das constantes revoluções, dos assassinatos dos seus heróis revolucionários e de um Presidente da República, da perseguição à Igreja Católica, dos presos políticos, da polícia política chamada pelos próprios republicanos “formiga branca”, da negação do voto das mulheres, da bancarrota, da participação na guerra europeia para, com milhares de mortos, consolidar o regime aos olhos internacionais? As ditaduras, do Partido Democrático de Afonso Costa, de Sidónio Pais, dos militares que, em 28 de Maio, saíram vitoriosos de uma “Revolução Nacional”, porque o povo estava farto da “balbúrdia sanguinolenta” que era a república? Da II República autoritária, da direita mais conservadora, que se afirmou pela memória assustadora da caótica primeira e da conseguida recuperação financeira do novo regime, pelo apoio pretoriano das Forças Armadas, pela polícia política, pela censura, pela repressão? A III República nascida de mais uma revolução contra a segunda, feita pelas Forças Armadas, e que só não conduziu a outra ditadura, agora da esquerda conservadora comunista, porque alguns políticos e alguns militares mais esclarecidos se lhes opuseram, criou um sistema democrático mas o condicionou à construção do socialismo, mesmo contra a vontade do povo não socialista, impôs o “sistema republicano de governo”, mesmo se o povo o não quiser, gerou uma partidocracia que domina o regime e manieta a liberdade democrática, apregoa a “ética republicana” mas pouco faz para impedir a falta de ética na actuação dos poderes do Estado e, nomeadamente, a corrupção e o nepotismo, nos empurra para a cauda da Europa em quase tudo, compromete o futuro e faz doloroso o presente para uma enormíssima parte da população, sem esperança e sem fé?
Seria demagogo, também eu, se não dissesse que muitas acções do regime republicano foram positivas em cem anos de vida. Mas o saldo, apesar disso, é negativo. E cada vez mais nos vamos dando conta desse facto, comparando-nos com as Monarquias europeias que foram evoluindo naturalmente sem roturas revolucionárias, a anos de luz de nós política, económica, social e culturalmente, e nomeadamente com a evolução da Monarquia espanhola, nascida depois da “revolução dos cravos”, que acedeu à democracia quase ao mesmo tempo e nos leva, em todos os aspectos, uma enorme dianteira.
Para além dos discursos laudatórios e encobridores da verdade histórica, das exposições que procurarão mostrar as “misérias” da Monarquia e o altíssimo “progresso” da República, do envenenamento dos nossos filhos nas escolas públicas com a distorção da História servida em concursos, palestras e outras actividades mais ou menos pedagógicas, mais ou menos lúdicas, de obras que já se deveriam ter feito, mas cuja desculpa para não as fazer é que não havia dinheiro, que agora jorra a rodos dos cofres de um Estado em crise financeira e económica, com milhares de desempregados e pessoas a viver abaixo do limite da dignidade humana e que, mesmo assim, estarão prontas ou não a tempo porque os portugueses e os lisboetas em particular não se deixam ludibriar com facilidade, para além desta parafernália de louvores estéreis e, nalguns casos, histéricos, o que fica? Nada. Porque o regime republicano está em estertor e um dia virá, talvez não muito longínquo, em que os portugueses - começando pelos críticos ilustres tão apreciados e divulgados que fazem diagnósticos acertados mas não atinam com a doença e muito menos com o remédio adequado - abrirão os olhos e mandarão para o caixote da História este regime e estas comemorações faraónicas, feitas com muitos milhões de euros que saem dos nossos bolsos.
[Com a devida vénia ao diariodigital.pt]
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Família Real da Noruega "adopta" cão-d'água português
Depois do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi a vez do príncipe Haakon fazer uma surpresa aos filhos.
Se seguisse o exemplo do pai, o príncipe Haakon da Noruega teria escolhido um setter inglês, mas o herdeiro do trono norueguês preferiu seguir a moda e oferecer aos filhos um cão-d'água português. Depois de Barack Obama ter optado pela raça que acompanhou os marinheiros portugueses durante os Descobrimentos, foram várias as figuras públicas que não resistiram ao seu pêlo encaracolado e feitio meigo e brincalhão.
Ideal para quem tem crianças - como Obama, que tem duas filhas, e Haakon, que além dos dois filhos tem um enteado - o cão-d'água começou por conquistar Ted Kennedy. O velho "leão" do Senado americano é dono de três cães desta raça - um deles serve mesmo de "narrador" no livro infantil do irmão do presidente assassinado John Kennedy O Meu Senador e Eu - e foi ele quem ofereceu Bo ao casal Obama.
É bem visível a empatia imediata entre o cachorro Milly Kakao, os príncipes Alexandra, de cinco anos; e Sverre Magnus, de três, e Marius, filho de um relacionamento anterior de Mette-Marit. A imagem idílica das criancinhas loiras a brincar com o cão contrasta com a irritação dos criadores, que receiam que a corrida aos cachorros ponha em causa a pureza da raça.
Se seguisse o exemplo do pai, o príncipe Haakon da Noruega teria escolhido um setter inglês, mas o herdeiro do trono norueguês preferiu seguir a moda e oferecer aos filhos um cão-d'água português. Depois de Barack Obama ter optado pela raça que acompanhou os marinheiros portugueses durante os Descobrimentos, foram várias as figuras públicas que não resistiram ao seu pêlo encaracolado e feitio meigo e brincalhão.
Ideal para quem tem crianças - como Obama, que tem duas filhas, e Haakon, que além dos dois filhos tem um enteado - o cão-d'água começou por conquistar Ted Kennedy. O velho "leão" do Senado americano é dono de três cães desta raça - um deles serve mesmo de "narrador" no livro infantil do irmão do presidente assassinado John Kennedy O Meu Senador e Eu - e foi ele quem ofereceu Bo ao casal Obama.
É bem visível a empatia imediata entre o cachorro Milly Kakao, os príncipes Alexandra, de cinco anos; e Sverre Magnus, de três, e Marius, filho de um relacionamento anterior de Mette-Marit. A imagem idílica das criancinhas loiras a brincar com o cão contrasta com a irritação dos criadores, que receiam que a corrida aos cachorros ponha em causa a pureza da raça.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Família Real britânica pode estar sem dinheiro em 2012
São precisos mais 3 pences por cidadão.
Bolsa atribuída é a mesma há 20 anos.
Até a Monarquia já é atingida pela crise. Desta vez, é a Rainha da Inglaterra pode vir a ficar sem dinheiro dos fundos em 2012, a não ser que o Governo aumente a "bolsa" atribuída à família real. É que esta está congelada há cerca 20 anos.
Os custos totais para manter a monarquia subiram 1,5 milhões de libras (1,76 milhões de euros) para os 41,5 milhões (48,7 milhões) durante o último ano, ou seja, mais 3 pences para um total de 69 pences por cada cidadão.
As contas mais recentes apontam que a Rainha retirou do fundo de reserva 6 milhões de libras, o montante mais elevado de sempre.
Esta reserva, que foi de 35 milhões de libras, diminuiu agora para 14 milhões e o Buckingham Palace estima que tenha já desaparecido no final de 2011.
Neste ritmo, um porta-voz oficial da monarquia, confirmou que a Rainha não terá mais dinheiro dentro de dois anos.
Bolsa atribuída é a mesma há 20 anos.
Até a Monarquia já é atingida pela crise. Desta vez, é a Rainha da Inglaterra pode vir a ficar sem dinheiro dos fundos em 2012, a não ser que o Governo aumente a "bolsa" atribuída à família real. É que esta está congelada há cerca 20 anos.
Os custos totais para manter a monarquia subiram 1,5 milhões de libras (1,76 milhões de euros) para os 41,5 milhões (48,7 milhões) durante o último ano, ou seja, mais 3 pences para um total de 69 pences por cada cidadão.
As contas mais recentes apontam que a Rainha retirou do fundo de reserva 6 milhões de libras, o montante mais elevado de sempre.
Esta reserva, que foi de 35 milhões de libras, diminuiu agora para 14 milhões e o Buckingham Palace estima que tenha já desaparecido no final de 2011.
Neste ritmo, um porta-voz oficial da monarquia, confirmou que a Rainha não terá mais dinheiro dentro de dois anos.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Princesa Teresa de Orleans e Bragança: Irmã da Mãe de S.A.R. o Duque de Bragança faz hoje 90 anos!
Faz hoje 90 anos a Princesa Teresa de Orleans e Bragança, irmã de S.A.R. a Senhora Dona Maria Francisca de Orleans de Bragança - Mãe de S.A.R., O Senhor Dom Duarte Duque de Bragança.
A Real Associação de Beja, no presente dia do seu amiversário, deseja as maiores felicidades a S.A.I.R, a Princesa Teresa de Orleans e Bragança.
A Real Associação de Beja, no presente dia do seu amiversário, deseja as maiores felicidades a S.A.I.R, a Princesa Teresa de Orleans e Bragança.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Não há decoro?
Por Dom Vasco Teles da Gama
in Diário Digital
Em plena crise financeira internacional, conjugada em Portugal com o total descrédito quer das instituições políticas, quer judiciais, não há semana em que uma qualquer “corporação” se não manifeste junto ao Parlamento, com o consequente entupimento de toda a cidade de Lisboa por largas horas, dificultando assim a vida aos que, já sem nada esperarem do Estado, se limitam a tentar sobreviver.
Também não há semana em que Procuradores, Bastonários e Juízes não apareçam pelos vários órgãos de comunicação social a perorar de sua justiça, em lugar de a aplicarem no local próprio, por forma a merecerem o indispensável respeito que em qualquer país civilizado a Justiça precisa de ter, para um regular funcionamento do Estado de direito.
Mas eis que, no meio da desvergonha generalizada, surge o anúncio de uma coligação para a Câmara de Lisboa, provavelmente com o intuito abstruso de reeditar a A.D. dos tempos do PREC, que inclui um “cadáver” político, utilizado por um aventureiro sem escrúpulos a soldo de inconfessáveis interesses, que dá pelo falso nome de P.P.M..
E digo falso porque, depois dos tempos em que algumas figuras monárquicas de inegável prestígio, discordantes do rumo a que o Estado Novo conduzira o País o criaram para ocuparem um espaço político no pós 25 de Abril, foi esse partido, com o nome de Monárquico, tomado de assalto por gente que, imaginando-se com direitos a um hipotético trono, melhor estariam internados junto dos que se julgam Napoleões, do que na política activa.
Mas mais grave do que a existência destes doentes sem tratamento, é a irresponsabilidade dos dois partidos que com eles se coligaram, embora conhecedores de que tal partido não representa monárquicos eleitores em Lisboa.
Pelo insulto que tal coligação representa, apelo aos monárquicos para que o façam sentir nas urnas, já que o decoro parece que não abunda.
in Diário Digital
Em plena crise financeira internacional, conjugada em Portugal com o total descrédito quer das instituições políticas, quer judiciais, não há semana em que uma qualquer “corporação” se não manifeste junto ao Parlamento, com o consequente entupimento de toda a cidade de Lisboa por largas horas, dificultando assim a vida aos que, já sem nada esperarem do Estado, se limitam a tentar sobreviver.
Também não há semana em que Procuradores, Bastonários e Juízes não apareçam pelos vários órgãos de comunicação social a perorar de sua justiça, em lugar de a aplicarem no local próprio, por forma a merecerem o indispensável respeito que em qualquer país civilizado a Justiça precisa de ter, para um regular funcionamento do Estado de direito.
Mas eis que, no meio da desvergonha generalizada, surge o anúncio de uma coligação para a Câmara de Lisboa, provavelmente com o intuito abstruso de reeditar a A.D. dos tempos do PREC, que inclui um “cadáver” político, utilizado por um aventureiro sem escrúpulos a soldo de inconfessáveis interesses, que dá pelo falso nome de P.P.M..
E digo falso porque, depois dos tempos em que algumas figuras monárquicas de inegável prestígio, discordantes do rumo a que o Estado Novo conduzira o País o criaram para ocuparem um espaço político no pós 25 de Abril, foi esse partido, com o nome de Monárquico, tomado de assalto por gente que, imaginando-se com direitos a um hipotético trono, melhor estariam internados junto dos que se julgam Napoleões, do que na política activa.
Mas mais grave do que a existência destes doentes sem tratamento, é a irresponsabilidade dos dois partidos que com eles se coligaram, embora conhecedores de que tal partido não representa monárquicos eleitores em Lisboa.
Pelo insulto que tal coligação representa, apelo aos monárquicos para que o façam sentir nas urnas, já que o decoro parece que não abunda.
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