Durante o 207º Aniversário do Colégio Militar, num jantar informal e que serviu para reunir antigos alunos, S.A.R. O Senhor D. Duarte de Bragança questionado acerca de se está em causa continuidade do colégio, devido a recentes polémicas, afirmou: "Todas as instituições que marcam a identidade de Portugal estão a ser atacadas. As Forças Armadas são um bocado como os seguros: ninguém gosta de os pagar, mas ficamos muito contentes por os ter na altura em que são precisos."
O convívio foi marcado pelas memórias de infância, e o Duque de Bragança confessou ser "uma alegria" poder rever antigos colegas.
segunda-feira, 8 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Celebra hoje o seu 13º aniversário a Infanta de Portugal, D. Maria Francisca Isabel de Bragança, que nasceu em Lisboa, a 3 de Março de 1997.A Infanta D. Maria Francisca é filha de S.A.R. O Senhor D. Duarte Pio, duque de Bragança e de S. A.R. A Senhora D. Isabel Inês de Castro Curvelo de Herédia.
A Real Associação de Beja associa-se a este aniversário.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Museu da Fundação da Casa de Bragança pode perder Coches do seu núcleo para o novo Museu em Lisboa
A directora do Museu da Fundação da Casa de Bragança (FCB), Maria Monge, referiu em entrevista que “não há nenhuma comunicação oficial", mas que "alguns dos coches que estão no núcleo de Vila Viçosa correm risco de ser transferidos para o novo Museu dos Coches, em Lisboa".
“A centralização funciona”, disse a responsável. Trata-se de um "prejuízo para a visibilidade das viaturas”, sendo que "é um património que estava a ser usufruído pelas populações do interior", salientou. Maria Monge realçou que a carruagem que transportava o Rei D. Carlos quando foi assassinado há 102 anos constituía, até há pouco tempo, o principal atractivo da exposição permanente de carruagens de Vila Viçosa, no Paço Ducal. A carruagem foi transferida para Lisboa há dois anos, quando se assinalou o centenário do regicídio e não regressou a Vila Viçosa. A directora do Museu da FCB referiu ainda que a Fundação renovou um protocolo com o Instituto dos Museus e da Conservação, tutelado pelo Ministério da Cultura, para a continuidade, por um prazo de vinte anos, de cerca de 70 viaturas no núcleo de Vila Viçosa.
Actualmente, existem 76 viaturas em Vila Viçosa, mas cerca de 10 ou são propriedade da FCB ou pertencem a particulares, e estão depositadas.
A primeira pedra do novo Museu dos Coches foi colocada a 1 de Fevereiro, tendo sido apresentado o respetivo programa museológico. Será erguido nas antigas instalações das Oficinas Gerais de Material de Engenharia do Exército, na Avenida da Índia, em Belém, e será da autoria do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. Ocupará 15 177 m2 e custará 31,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. A colecção é composta por 130 viaturas, 54 das quais se encontram no actual Museu dos Coches – o mais visitado de Portugal -, e as restantes 76 no núcleo de Vila Viçosa, instalado desde 1984 nas antigas cocheiras e cavalariças do Palácio.
[A Fundação da Casa de Bragança não tem qualquer relação com S.A.R. O Senhor D. Duarte Pio, Duque de Bragança. Foi despoticamente instituída pelo Decreto-Lei n.º 23240, de 21 de Novembro de 1933, alegando dar cumprimento ao testamento de D. Manuel II. O seu património foi constituído pelos bens pessoais de D. Manuel II, recém falecido, e pelos bens integrantes do património da Casa de Bragança.]
“A centralização funciona”, disse a responsável. Trata-se de um "prejuízo para a visibilidade das viaturas”, sendo que "é um património que estava a ser usufruído pelas populações do interior", salientou. Maria Monge realçou que a carruagem que transportava o Rei D. Carlos quando foi assassinado há 102 anos constituía, até há pouco tempo, o principal atractivo da exposição permanente de carruagens de Vila Viçosa, no Paço Ducal. A carruagem foi transferida para Lisboa há dois anos, quando se assinalou o centenário do regicídio e não regressou a Vila Viçosa. A directora do Museu da FCB referiu ainda que a Fundação renovou um protocolo com o Instituto dos Museus e da Conservação, tutelado pelo Ministério da Cultura, para a continuidade, por um prazo de vinte anos, de cerca de 70 viaturas no núcleo de Vila Viçosa.
Actualmente, existem 76 viaturas em Vila Viçosa, mas cerca de 10 ou são propriedade da FCB ou pertencem a particulares, e estão depositadas.
A primeira pedra do novo Museu dos Coches foi colocada a 1 de Fevereiro, tendo sido apresentado o respetivo programa museológico. Será erguido nas antigas instalações das Oficinas Gerais de Material de Engenharia do Exército, na Avenida da Índia, em Belém, e será da autoria do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. Ocupará 15 177 m2 e custará 31,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. A colecção é composta por 130 viaturas, 54 das quais se encontram no actual Museu dos Coches – o mais visitado de Portugal -, e as restantes 76 no núcleo de Vila Viçosa, instalado desde 1984 nas antigas cocheiras e cavalariças do Palácio.
[A Fundação da Casa de Bragança não tem qualquer relação com S.A.R. O Senhor D. Duarte Pio, Duque de Bragança. Foi despoticamente instituída pelo Decreto-Lei n.º 23240, de 21 de Novembro de 1933, alegando dar cumprimento ao testamento de D. Manuel II. O seu património foi constituído pelos bens pessoais de D. Manuel II, recém falecido, e pelos bens integrantes do património da Casa de Bragança.]
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Comunicado de S.A.R. Dom Duarte de Bragança
Importante Comunicado de S.A.R. Dom Duarte de Bragança acerca da petição relativa à realização de uma Convenção Monárquica em Portugal.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Regicídio foi há 152 anos
28/09/1863 – 01/02/1908“D. Carlos I (1863-1908) foi o primeiro rei de Portugal a ser vítima de um atentado desde a suposta conspiração contra D. José, em 1758, e o primeiro a morrer de morte violenta depois de D. Sebastião, em 1578. Foi também um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suiça, um conjunto de monarquias. D. Carlos tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando morreu, a 1 de Fevereiro de 1908. Manteve-se com ele a fatalidade dos reis constitucionais portugueses de ascenderem ao trono muito jovens e morrerem relativamente cedo.”
D. Carlos, de Rui Ramos
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
"Quanto maior, melhor", por Nuno Pombo
Ficámos a conhecer, há dias, o projecto com que Paredes pretende contribuir para o centenário da república. Paredes propõe-se gastar um milhão de euros na construção de um gigantesco mastro, na ponta do qual sugere seja desfraldada uma também desmesurada bandeira.
Não tenho, como é evidente, nenhum preconceito contra a bandeira, cujo culto um brasileiro técnico de futebol logrou resgatar nas barbinhas das esquerdas mais encarniçadas. Não sou daqueles que reprovam tudo quanto possa soar a serôdias evocações de tempos que se querem idos. Mas não julgo adequado que se instrumentalizem os símbolos nacionais, pondo-os na disponibilidade de criativos, mais ou menos imaginativos, que nutrirão por esses mesmos símbolos os afectos que costumamos dispensar às larvas de gafanhoto.
Do perdulário orçamento do Estado, garantem-nos, não sairá um euro para custear este folclore, embora saibamos que cada cêntimo que for gasto na paródia que vão ser as comemorações oficiais é menos um que é investido naquilo que verdadeiramente acossa os portugueses. Mas nós, povo intrépido, sempre fomos pródigos em projectos ingentes. Construímos e mantivemos um dos maiores impérios do globo… mas, como vaticinou o poeta, “outros haverão de ter o que houvermos de perder”… e não mais parámos. Continuámos na peugada da excepção e temos para exibir o maior fogareiro de castanhas do mundo, maravilhamo-nos com a maior árvore de Natal de que há memória e organizámos a maior feijoada-servida-em-tabuleiro-de-pontes-sobre-rios da história da humanidade. Um povo capaz destas façanhas não terá engenho e arte para erguer um mastro como deve ser e manter ondulante uma bandeira de dimensões consideráveis? Tem. Para isso e para muito mais.
E para ser franco, o despesismo, os absurdos, os crimes, os desvarios, as corrupções, os dislates, as traições, os disparates e os desatinos destes últimos 100 anos são tantos, e tão impressivos, que uma bandeirinha de dimensões paroquiais não conseguiria fazer justiça a todas as patifarias que a república nos concedeu. Para mim, quanto maior, melhor.
E que todos os que ponham os olhos nela se lembrem do que representa tão bem parida ideia!
Não tenho, como é evidente, nenhum preconceito contra a bandeira, cujo culto um brasileiro técnico de futebol logrou resgatar nas barbinhas das esquerdas mais encarniçadas. Não sou daqueles que reprovam tudo quanto possa soar a serôdias evocações de tempos que se querem idos. Mas não julgo adequado que se instrumentalizem os símbolos nacionais, pondo-os na disponibilidade de criativos, mais ou menos imaginativos, que nutrirão por esses mesmos símbolos os afectos que costumamos dispensar às larvas de gafanhoto.
Do perdulário orçamento do Estado, garantem-nos, não sairá um euro para custear este folclore, embora saibamos que cada cêntimo que for gasto na paródia que vão ser as comemorações oficiais é menos um que é investido naquilo que verdadeiramente acossa os portugueses. Mas nós, povo intrépido, sempre fomos pródigos em projectos ingentes. Construímos e mantivemos um dos maiores impérios do globo… mas, como vaticinou o poeta, “outros haverão de ter o que houvermos de perder”… e não mais parámos. Continuámos na peugada da excepção e temos para exibir o maior fogareiro de castanhas do mundo, maravilhamo-nos com a maior árvore de Natal de que há memória e organizámos a maior feijoada-servida-em-tabuleiro-de-pontes-sobre-rios da história da humanidade. Um povo capaz destas façanhas não terá engenho e arte para erguer um mastro como deve ser e manter ondulante uma bandeira de dimensões consideráveis? Tem. Para isso e para muito mais.
E para ser franco, o despesismo, os absurdos, os crimes, os desvarios, as corrupções, os dislates, as traições, os disparates e os desatinos destes últimos 100 anos são tantos, e tão impressivos, que uma bandeirinha de dimensões paroquiais não conseguiria fazer justiça a todas as patifarias que a república nos concedeu. Para mim, quanto maior, melhor.
E que todos os que ponham os olhos nela se lembrem do que representa tão bem parida ideia!
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